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Setor de seguros na Era Digital

Setor de seguros na Era Digital

19 de fevereiro de 2020

Presente em diversos segmentos, a tecnologia tem revolucionado o modo de vida de pessoas por todo o mundo. Desde processos básicos do dia a dia, como transporte e alimentação, até a área profissional e os relacionamentos pessoais: tudo está conectado.

 

A Era Digital, também chamada de 4ª Revolução Industrial ou Indústria 4.0, reinventou as maneiras em que pessoas e empresas se comportam e relacionam. Com efeitos marcantes no setor de comércio e entretenimento, a transformação digital também é uma realidade no mercado de seguros, somando desafios a um setor extremamente competitivo e tradicional.

 

O futuro é agora

 

Contratar um seguro pelo celular, com apenas alguns toques e sem a necessidade de ligar para central de atendimento de quaisquer empresas, é uma realidade devido a transformação digital. Segundo Roberto Uhl, gerente de Desenvolvimento de Negócios e Canais Digitais da ESSOR, a digitalização é um fenômeno irreversível no mercado.

 

“Creio que acabou a fase de que o digital é coisa do futuro ou de ainda achar que o modelo off-line é viável. A digitalização está acontecendo. Agora, cada setor deve avaliar o que a tecnologia pode contribuir para resolver problemas reais, principalmente, relacionados ao aumento da receita, eficiência operacional ou qualidade no atendimento”, destaca.

 

O mercado caminha em direção a total incorporação tecnológica: a tendência é que o setor de seguros seja, cada vez mais, digital. Para os seguros massificados, como PME, varejo, microsseguros, entre outros, a tecnologia já cumpre um papel importante em toda a cadeia, usada desde a capitação do segurado até a regulação do sinistro.

 

“Atuar no modelo tradicional, logo mais, será como ter uma locadora de filmes nos dias atuais. Ou ainda pior, pois para a locadora ainda há mercado para um ou outro cliente nostálgico. No setor de seguros isso não existirá”, reforça Roberto. O executivo acrescenta que, seguindo essa premissa, logo a idade será irrelevante para contratação do seguro.

 

“Acredito que devemos buscar soluções que atendam ao público-alvo, independente da faixa etária, gênero ou classe social. Como sempre digo: o que é bom, todo mundo gosta”. O movimento indica que, em breve, não estar digitalizado será algo inaceitável para experiência do cliente, além de economicamente inviável.

 

Experiência do cliente em primeiro lugar

 

A simplificação e agilidade nos processos alcançada graças às inovações tecnológicas têm impacto direto na experiência do cliente. Além de facilitar o processo de contratação, os seguros digitais são um meio de popularizar o próprio setor, com serviços acessíveis e abrangentes.

 

“O digital populariza o seguro de uma forma muito mais eficaz que o método tradicional: seja no alcance de público, no custo, na oferta de produtos e serviços até a entrada de mais players ativos. Enfim, estamos em uma fase muito interessante do mercado”, complementa o executivo.

 

A obsolescência do modelo tradicional é inevitável. Muito em breve, experiência e nome no mercado não será suficiente para superar a rigidez dos trâmites versus um mundo cada vez mais digital, em que agilidade e flexibilidade são palavras de ordem.

 

Desafios do mundo digital

 

Porém, frente a tantas possibilidades de mundo em constante transformação, é imprescindível contar com um planejamento estratégico aguçado. Manter-se atualizado é um dos principais desafios para as companhias no século XXI.

 

Ter habilidade para identificar oportunidades que, realmente, impactarão a experiência dos clientes e parceiros é uma tarefa desafiadora para as corporações. Uma vez que os investimentos em tecnologia são contínuos e dispendiosos, diligência e olhar estratégico são requisitos fundamentais.

 

“As mudanças de cultura que o digital impacta no mercado segurador, que é tradicionalmente conservador, configura outro grande desafio. Afinal, são séculos de atuação sem muitas mudanças significativas. Posso citar meu próprio exemplo: comecei como subscritor, fazendo cálculos manuais; depois passei para planilhas de Excel e, hoje em dia, ajudo no desenvolvimento de algoritmos que auxiliam sistemas a calcularem o seguro”, comenta Roberto.

 

Para romper paradigmas

 

Estar integrado na Era Digital demanda, sem rodeios, a quebra de paradigmas. Mudanças assustam no momento, mas são imprescindíveis para evolução, mesmo quando tudo está indo bem. O mercado segurador tem resistido às crises, menos impactado do que outros segmentos e, portanto, mais propenso à zona de conforto.

 

Na ESSOR, a tecnologia trouxe uma revolução silenciosa, promovendo alto desempenho das atividades, principalmente, na análise de riscos. A Companhia utiliza dados internos e externos para buscar melhores soluções para clientes e parceiros. Líder nos segmentos em que atua, a ESSOR tem autonomia na geração de uma base de dados relevante, o que fornece uma vantagem competitiva importante.

 

“Por todos esses motivos, buscamos sempre novas fontes de informação e novas tecnologias que melhorem nosso trabalho, da análise de risco até a acessibilidade online, impactando de forma geral a experiências dos nossos clientes”, conclui Roberto.

 

 

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